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19 julho 2010

Afinal, O Que É Educação De Qualidade?


Há uma preocupação com ensino de qualidade mais do que com a educação de qualidade. Ensino e educação são conceitos diferentes. No ensino se organizam uma série de atividades didáticas para ajudar os alunos a que compreendam áreas específicas do conhecimento (ciências, história, matemáticas).

Na educação o foco, além de ensinar, é ajudar a integrar ensino e vida, conhecimento e ética, reflexão e ação, a ter uma visão de totalidade. Fala-se muito de ensino de qualidade. Muitas escolas e universidades são colocadas no pedestal, como modelos de qualidade. Na verdade, em geral, não temos ensino de qualidade. Temos alguns cursos, faculdades, universidades com áreas de relativa excelência. Mas o conjunto das instituições de ensino está muito distante do conceito de qualidade.
O ensino de qualidade envolve muitas variáveis:
  • Organização inovadora, aberta, dinâmica. Projeto pedagógico participativo.
  • Docentes bem preparados intelectual, emocional, comunicacional e eticamente. Bem remunerados, motivados e com boas condições profissionais.
  • Relação efetiva entre professores e alunos que permita conhecê-los, acompanhá-los, orientá-los.
  • Infra-estrutura adequada, atualizada, confortável. Tecnologias acessíveis, rápidas e renovadas.
  • Alunos motivados, preparados intelectual e emocionalmente, com capacidade de gerenciamento pessoal e grupal.
O ensino de qualidade é muito caro, por isso pode ser pago por poucos ou tem que ser amplamente subsidiado e patrocinado.
Poderemos criar algumas instituições de excelência. Mas a grande maioria demorará décadas para evoluir até um padrão aceitável de excelência.
Temos, no geral, um ensino muito mais problemático do que é divulgado. Mesmo as melhores universidades são bastante desiguais nos seus cursos, metodologias, forma de avaliar, projetos pedagógicos, infra-estrutura. Quando há uma área mais avançada em alguns pontos é colocada como modelo, divulgada externamente como se fosse o padrão de excelência de toda a universidade. Vende-se o todo pela parte e o que é fruto as vezes de alguns grupos, lideranças de pesquisa, como se fosse generalizado em todos os setores da escola, o que não é verdade. As instituições vendem externamente os seus sucessos - muitas vezes de forma exagerada - e escondem os insucessos, os problemas, as dificuldades.
 
Temos um ensino em que predomina a fala massiva e massificante, um número excessivo de alunos por sala, professores mal preparados, mal pagos, pouco motivados e evoluídos como pessoas.
Temos bastantes alunos que ainda valorizam mais o diploma do que o aprender, que fazem o mínimo (em geral) para ser aprovados, que esperam ser conduzidos passivamente e não exploram todas as possibilidades que existem dentro e fora da instituição escolar.
A infra-estrutura costuma ser inadequada. Salas barulhentas, pouco material escolar avançado, tecnologias pouco acessíveis à maioria.
 
O ensino está voltado, em boa parte, para o lucro fácil, aproveitando a grande demanda existe, com um discurso teórico (documentos) que não se confirma na prática.. Há um predomínio de metodologias pouco criativas; mais marketing do que real processo de mudança.
É importante procurar o ensino de qualidade, mas conscientes de que é um processo longo, caro e menos lucrativo do que as instituições estão acostumadas.
 
Nosso desafio maior é caminhar para uma educação de qualidade, que integre todas as dimensões do ser humano. Para isso precisamos de pessoas que façam essa integração em si mesmas do sensorial, intelectual, emocional, ético e tecnológico, que transitem de forma fácil entre o pessoal e o social. E até agora encontramos poucas pessoas que estejam prontas para a educação com qualidade.

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Por: Equipe Técnica

08 julho 2010

O Exorcismo e suas vertentes

Nas culturas, egípcia, babilônica, assíria e judaica, atribuíam-se certas doenças e calamidades naturais à ação dos demônios. Para afastá-los, recorria-se a algum esconjuro ou exorcismo. A cultura ocidental recebeu essas idéias através da Bíblia e do cristianismo primitivo"
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No cristianismo, exorcismo (do grego exorkismós, "ato de fazer jurar", pelo latim exorcismu) é a cerimônia que visa esconjurar os espíritos maus, forçando-os a deixar os corpos possessos ou dominar sua influência sobre pessoas, objetos, situações ou lugares. Quando objetiva a expulsão de demônios, chama-se Exorcismo Solene e deve fazer-se de acordo com fórmulas consagradas, que incluem aspersão de água benta, imposição das mãos, conjurações, sinais da cruz, recitação de orações, salmos, cânticos, etc. Além disso, o ritual católico do exorcismo pode ser executado por sacerdotes somente quando são expressamente autorizados por bispos.
Possessões
Possessão é o estado ou condição em que o corpo e (ou) a mente de um indivíduo são supostamente possuídos ou dominados por uma entidade (um ser, força, ou divindade) que lhes é externa, ou que não se manifesta habitualmente nas atividades da vida diária.
A possessão, considerada como experiência de natureza psicológica e social, pode ser verificada individual ou coletivamente, e ter caráter inesperado, ou estar submetida a algum tipo de controle ritual; em diversas sociedades e culturas, figura como episódio ou experiência central da vida religiosa. Podemos dividir, genericamente, as formas de possessão em quatro categorias.
Encosto
O espírito fica próximo à pessoa, mas a influência é pequena. Neste caso, banhos de água e sal ou orações como o Pai-Nosso ou o Credo, afastam este espírito inferior. Geralmente estes espíritos são de pessoas que desencarnaram e pertencem à família do possuído.
Espírito opressivo
O espírito tem a capacidade de "vampirizar" a energia do indivíduo. Os efeitos são sentidos como um cansaço ou vontade de chorar que podem cessar de um momento para outro. Indica-se neste caso, que se utilize um saquinho de cor vermelha, sempre junto ao corpo para neutralizar a presença deste espírito. Também o banho de água com sal, é benéfico neste caso. A leitura do salmo 23 é o mais indicado contra o espírito opressivo.


Obsessão
O espírito consegue ficar de maneira tão dominante no corpo astral do indivíduo que pode até mesmo mudar o modo de falar e fazer coisas que normalmente não faria no dia-a-dia. Chega até mesmo a não reconhecer parentes e pessoas próximas de seu convívio. É bom frisar que aqui no Brasil de acordo com o espiritismo ou nas religiões afro-brasileiras como a umbanda e candomblé, existem os fenômenos de possessão de espíritos doutrinadores e iluminados, trazendo ao médium apenas benefícios.
Possessão demoníaca
Neste caso, o espírito toma o corpo da pessoa, fazendo com que ocorram até fenômenos de "poltergeist" (conjunto de fenômenos produzidos espontaneamente, que consiste em ruídos e deslocamento de objetos, podendo ter duração indeterminada).

Exorcismos na Bíblia

O Antigo Testamento, embora reconheça a atuação do demônio a partir da tentação e da queda de Adão no paraíso, praticamente não alude a uma ação maléfica direta do diabo sobre os homens.
Foi no judaísmo antigo que se atribuíram ao demônio intervenções muito concretas na vida cotidiana. O Livro de Tobias (século II a.C.), de influência assíria, narra um exorcismo praticado mediante a oração e utilização das vísceras de um peixe.
No Novo Testamento, que não apresenta modificações essenciais no que se refere ao exorcismo, o Evangelho de Marcos é o que insiste de maneira mais realista nos exorcismos praticados por Jesus e por seus discípulos. Em certos casos, trata-se de expulsar o demônio do corpo de possessos ou lunáticos. Em outros, da cura de enfermidades atribuídas à ação do demônio. Os evangelistas se servem dessas vigorosas ilustrações para demonstrar a vitória de Jesus sobre Satanás e também para mostrar como seu povo se libertou do pecado. "Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso" (João - 12:31). Esses milagres seriam um sinal da instauração do reino de Deus. "Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós" (Mt - 12:28). 
Exorcismos na história da Igreja
As curas e os exorcismos foram comuns na igreja primitiva. Com o reconhecimento oficial da Igreja sob o imperador Constantino, os exorcismos carismáticos, realizados informalmente por qualquer cristão, deram lugar à institucionalização da função do exorcista. O Rituale Romanum reuniu mais tarde, diversos ritos de exorcismos para situações variadas. Também as igrejas reformadas estabeleceram tais ritos.
O racionalismo do século XVIII conseguiu explicar muitos mistérios supostamente sobre-humanos, o que também sucedeu, de modo ainda mais intenso, com a descoberta do hipnotismo e da psicologia profunda no século XIX. A Igreja Católica, como também algumas denominações protestantes, admite os exorcismos ordinários, contidos no rito do batismo, como símbolo da libertação do pecado e do poder do demônio. Pratica-se o exorcismo ordinário na bênção da água batismal e na sagração dos santos óleos. Os exorcismos solenes, que têm por objetivo expulsar o demônio do corpo de um possuído, são práticas raríssimas e só confiadas, mediante permissão episcopal, à sacerdotes muito experientes.
O exorcismo católico inicia-se com a expressão latina "Adjure-te, spiritus nequissime, per Deum omnipotentem" (eu te ordeno espírito maligno, pelo Deus Todo-Poderoso). O processo pode ser longo e extenuante, chegando a se estender por vários dias. A possessão está associada ao mal. O processo de libertação é feito de forma dramática e violenta. Os exorcistas recorrem às preces, água-benta, defumadores, essências de rosas e arruda. O sal que é associado à pureza espiritual também é utilizado.
Porém, o cristianismo deste século tem uma atitude dividida em relação ao exorcismo. Por um lado, mantém distância de sua prática, atuando mais próximos a psiquiatras e médicos e autorizando estudos para esclarecer este fenômeno. Mesmo assim, a Igreja oculta os casos confirmados de possessão a prática dos rituais de expulsão. Ainda, o Papa João Paulo II declarou ter aplicado o exorcismo sob uma jovem, em 1982.
Um relatório sobre exorcismo foi compilado pela Igreja da Inglaterra, em 1972, por uma comissão que incluía representantes católicos e um consultor psiquiatra. Apesar de pretender desbancar as possessões, acabou fortalecendo esta idéia quando relacionada à possessão de lugares: "a interferência demoníaca... é comum em lugares não consagrados... assim como em conexão com sessões espíritas".
Porém, este relatório considera exorcismos de pessoas extremamente duvidosos. À luz da Igreja moderna, aqueles que se julgarem possuídos, devem, prioritariamente, procurar a ajuda de um médico ou psicólogo. Recorrer a um sacerdote cristão é considerado último recurso.
O padre Gabrielle Amorth, diz ter realizado aproximadamente 50.000 exorcismos mas considera que somente 84 foram possessões autênticas. O sacerdote diz que os sintomas incluem força física sobre-humana, xenoglossia (a fala espontânea em língua que não foi previamente aprendida) e revelações de segredos sobre as pessoas.
O cânone dominicano Walker, de Brighton, que coordena o Grupo de Estudos do Exorcismo Cristão, lembra de somente sete casos genuínos durante sua vida religiosa: "Normalmente, tudo que é preciso são conselhos e rezas".

O demônio e o exorcismo nas religiões
Católicos
Satanás, líder da rebelião dos anjos contra Deus, é a encarnação do mal que existirá até o fim dos tempos e contra o qual os cristãos devem estar sempre vigilantes. Há sinais que distinguem os endemoninhados, mas a Igreja recomenda que se recorra à avaliação de psiquiatras para evitar confusões com casos de histeria e esquizofrenia.
Anglicanos
O demônio pode ser combatido em orações, hinos e leituras da Bíblia, mas não existe uma cerimônia específica. Os casos de exorcismo são muito raros. Quando ocorrem, o possuído é "tratado" num grupo de orações, que lhe recomenda jejum, abstinência sexual e adoração a Deus.
Judeus
A literatura rabínica clássica não prevê a existência do demônio, por isso a religião não reconhece rituais de exorcismo. Nos séculos XVI e XVII, surgiu a figura do dibuk, espírito perverso que podia ser expulso em ritos de oração. Para a maioria dos judeus, é considerado apenas folclore.
Evangélicos neopentecostais
Todos os males são causados pelo demônio. Há tipos de possessão que estragam a vida amorosa, provocam miséria, perturbam a família. Nos cultos, os endemoninhados são conduzidos ao altar. O pastor grita com Satanás e exige que abandone o corpo em nome de Jesus.
(Fonte: Revista Época)

Por: Janaína Bezerra

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30 junho 2010

Esporte Anos 80

“Os 80 fazem 30”, temática da II Semana de Línguas abrange todos os aspectos culturais da época, como não poderia faltar e ainda mais em período de Copa do Mundo, se faz necessário também englobar o esporte no período oitentista.
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De 16 a 18 de junho, no Campus Ipanguaçu do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), ocorreu a Semana de Línguas, que destacou a década de 80, tanto a nível nacional quanto mundial. Essa década mereceu destaque por revoluções sócio-políticas e econômicas, além de mudanças musicais e diversos estilos de destaque e estudos até hoje. Não esquecendo também do esporte, que nos anos 80 também ficou marcado na história.
Fatos importantes aconteceram no meio esportivo, que devem ser citados para entender o desenvolvimento do espaço no âmbito esportivo tal como está nos anos atuais.
Em julho de 1980, por exemplo, ocorreram as Olimpíadas de Moscou (União Soviética), onde os Estados Unidos boicotaram os Jogos Olímpicos por motivos políticos e que contaram com a participação de 5.179 atletas de 80 nações, sendo o mais baixo índice de comparecimento aos Jogos Olímpicos desde Melbourne, em 1956. O boicote americano fez parte de um conjunto de ações destinadas a protestas contra a invasão soviética do Afeganistão ocorrida um ano antes, onde devido à contradição ao ultimato dado pelo presidente americano Jimmy Carter pela União Soviética, não retirando suas tropas militares do Afeganistão, os atletas desistiram da competição após desfilarem na cerimônia de abertura.
Já em 1982, houve a realização da Copa do Mundo de Futebol na Espanha, onde a Itália consagrou-se campeã, sendo a primeira Copa do Mundo com 24 seleções disputando. Já os brasileiros e franceses tiveram seu brilho ofuscado pela luminosidade da força dos italianos e alemães. A seleção de 82 de Zico, Sócrates, Falcão, Cerezo e Júnior, apesar de ter sido derrotada nas quartas-de-final, até hoje ainda é considerada a segunda melhor equipe brasileira de todas as copas. Tendo em sua média de público 1.856.277 expectadores, com média de gols de 2,81 e sendo Paolo Rossi (Itália) o artilheiro da competição com 6 gols.
Em 1983, Nelson Piquet tornou-se bicampeão mundial de Fórmula 1, representando a equipe Brabham, que proporcionou ao mesmo um carro bastante competitivo e preparado mecanicamente. Ele lutou até a última corrida do ano, o GP da África do Sul, Kvalami, contra o francês Alain Prost, chegando em 3º lugar na prova, tenso Prost a abandonado. Com isso, Piquet atingiu a marca de 59 pontos, conseguindo o bicampeonato mundial. 
Em 1984, ocorreram os Jogos Olímpicos de Los Angeles, nos Estados Unidos, onde houve a retaliação soviética, quando os países da Cortina de Ferro e do mundo comunista também aderiram ao boicote. Os jogos, segundo Peter Ueberroth (presidente do Comitê Organizador), proporcionaram lucro de 200 milhões de dólares, além do lucro indireto à própria cidade. Com participação recorde de 6.829 atletas (1.566 mulheres, outro recorde) e 140 países, esses jogos afastaram de vez o risco de extinção ocasionado pelos jogos de Montreal, mostrando que um bom senso na administração financeira traria a possibilidade econômica para os países sediarem esses jogos.
              
Comandada por Maradona, a principal rival da seleção brasileira, a Argentina, tornou-se campeã da Copa do Mundo de 1986, realizada no México.Sendo a 13ª copa disputada, contando com a participação de 113 países. Os problemas econômicos da Colômbia, que seria a sede desta copa, fez com que a copa fosse oferecida ao Brasil, entretanto, o governo de José Sarney recusou a oferta; sendo aceita pelo México onde nem mesmo os terremotos um ano antes do mundial colocaram em risco a realização da copa, que teve um público de 2.393.331 expectadores e retirou a seleção argentina da crise à qual passava no âmbito futebolístico.
Em Seul, na Coréia do Sul, ocorreu a realização das Olimpíadas, onde a maioria dos países filiados ao Comitê Olímpico Internacional (COI) voltou a participar em peso nos Jogos Olímpicos. Sucedendo os boicotes sucessivos, enfim houve a participação das maiores potências do esporte, com exceção apenas de Cuba. A maior preocupação em torno desses jogos se dava pela falta de apoio popular do governo da Coréia do Sul e a situação de constante hostilidade com a vizinha Coréia do Norte, que liderou um boicote, juntamente com Cuba, Etiópia e Nicarágua, onde os mesmos não participaram do evento. Houve, ainda, um escândalo que veio a manchar a imagem olímpica, onde o atleta Bem Johnson, recordista dos 100m rasos no atletismo, venceu a prova mas, logo em seguida, o exame antidoping detectou o uso de esteróides anabolizantes ocorrendo, então, sua desclassificação.
Os marcos históricos dos anos 80 são muitos e com estes, vemos ainda que o espaço social e político entrou surtindo conseqüências que reduziam a magnitude dos eventos esportivos na década oitentista, entretanto, isso não prejudicou em suma o acontecimento dos mesmos que também ajudaram nas mudanças positivas com protestos difundidos entre delegações e expectadores.


Por Ranielton Silva

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DROGAS: Liberar ou não?

A sociedade se pergunta: devemos liberar ou não as drogas? Parte desta sociedade é a favor, outros contra, como de costume.
Pois bem, boa parte das pessoas dizem que o uso de drogas não é nada criminoso, já que o usuário afeta só ao seu organismo, ou seja, "é só da conta dele". O governo pensa absolutamente o contrário, diz que, sob a influência das drogas, o usuário não tem o controle sobre si mesmo, pois esta sob alguma alucinação. Ou seja, ele pode até ferir os que estão a sua volta.
O vício de certa forma deve ser considerado uma doença. O governo acredita que deve aprisionar usuários, pois esses são os ditos financiadores do crime. Uma parte da sociedade acredita que a violência seria apenas conseqüência da maneira que o governo age, já que se as drogas fossem liberadas não haveria traficantes, sendo assim a violência iria diminuir.
Mas vendo por outro lado, com os impostos que nosso país cobra, os usuários de drogas não iram querer pagar bem mais caro, então irão recorrer a quem tem o mesmo produto com um preço bem mais accessível, já que grande parte dos usuários  pertencem às classes média e baixa.
É o mesmo caso da “pirataria” de CDs e DVDs, com os preços elevados devido a impostos altíssimos, grande parte da população brasileira prefere comprar esses produtos “piratas”, pois em média fazem o mesmo efeito e custam bem menos que a metade do preço.  Até nosso presidente aderiu à pirataria, acho que todos lembram quando nosso excelentíssimo presidente foi flagrado assistindo a o filme “Dois Filhos de Francisco”, filme que na época ainda não tinha sido lançado nos cinemas.
Com tudo o que foi dito não quero convencer ninguém de o que devem achar da liberação das drogas, apenas mostro os dois lados da moeda tirados de pensamentos próprios. Se você acredita que as drogas devem ser liberadas lute por isso, caso não, lute por isso também.
Por Alex Onesse
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Abertura da Semana de Línguas 2010

Com expectativa, a abertura do evento teve direito a surpresas e reestréias, além de cultura fazendo relação com literatura através do teatro, proporcionando uma presença quantitativa de seus alunos e servidores.
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A semana de línguas é um evento do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) de Ipanguaçu, que foi realizado pela segunda vez no dia 16 de junho de 2010, neste evento são realizados vários outros eventos.
Nesta semana de línguas o tema abordado foi os 80’s fazem 30, que comemora os 30 anos dos anos 80, que foi uma década que revolucionou, e no evento tudo girou em volta disto.
         Na abertura da semana de línguas 2010 houve a abertura com a banda ‘KD’, que é uma banda formada por alunos e coordenada por os professores Francisco Pio (que também faz parte da banda) e a professora Priscila Aliança. Logo após houve uma apresentação do grupo de teatro, que dançou ao som de uma música dos anos 80. Em seguida houveram vários eventos separados que foram coordenados por professores, eventos que mostraram a cultura dos anos 80, que como já foi falado, foi uma época que marcou muito por suas revoluções, roupas, cores, valorização feminina e muito mais.

Por Ariene Káthyra

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Banda KD

Com nova formação, abrindo e fechando a Semana de Línguas 2010, a banda KD volta propiciando novamente a interação entre servidores e alunos e, além disso, difundindo a cultura musical no Capus Ipanguaçu.
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A banda KD do Campus Ipanguaçu do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), voltou à ativa na última quarta-feira, 16, abrindo a segunda edição da Semana de Línguas, que trouxe como tema “Os 80 fazem 30”, homenageando os 30 anos da década de 80 com um repertório trabalhado em cima dos sucessos oitentistas.
A banda surgiu em 2009, com o pequeno intuito de abrir a I Semana de Agroecologia, Tecnologia e Cultura (SEATEC), quando a professora da disciplina de inglês do campus, Priscila Aliança, propôs ao professor de química, Francisco Pio, a criação de uma banda para abrir e se apresentar durante o evento e então, ele prontamente arranjou sua formação, ocorrendo um imprevisto em relação a um de seus componentes, Radamir, que era formado em música e contribuía bastante para a discussão de repertórios e arranjos musicais. Foi então que, houve a procura por demais componentes para sua formação.
Uma nova questão surgia em torno da banda: o seu nome. Em todos os ensaios, havia sempre a ausência de alguns de seus componentes, sobressaindo sempre a pergunta “Cadê?” em relação a quem faltava. Percebendo as notórias repetições dessa expressão, optaram por deixar este o nome da banda, reformulando para Banda KD.
Composta originalmente por Gildean (guitarra), Maykson (guitarra), Francisco Pio (vocal), Priscila Aliança (bateria) e Rafael (baixo), a banda  proporcionou ao público do turno matutino durante a abertura e ao público do turno vespertino durante o fechamento do evento, apreciação dos hits que embalaram os anos 80, fechando em grande estilo essa edição do evento.

Por Arthur Luiz

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16 junho 2010

Importância dos Blogs Informativos

 Em freqüente ascensão em números de criação e acessos, vemos o crescimento de empresas web decorrente dos altos índices de crescimento da blogsfera.
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Um blog é uma abreviação de qualquer registro freqüente de informações, tendo sua utilização em meio virtual voltada para a relação entre os usuários (pessoas) e a máquina, expressando informações, sejam elas pessoais, formais ou acadêmicas; até mesmo porque o uso de um blog se expande cada vez mais, sendo utilizado para diversos fins.
Uma das vantagens das ferramentas proporcionadas por um blog é permitir que os internautas possam publicar seu conteúdo sem a necessidade de ter, em sua competência enciclopédica, conhecimentos voltados para a construção de páginas na internet – tais como conhecimentos básicos sobre HTML –, fazendo com que seu público alvo seja amplo.
Muitos blogs fornecem comentários ou notícias sobre um determinado assunto; outros funcionam mais com diários online, mostrando experiências pessoas adquiridas no cotidiano. Eles utilizam a combinação de texto, imagens, links para dinamizar ainda mais os conteúdos introduzidos, os chamados “posts” ou postagens. A capacidade dos leitores deixarem comentários de forma a interagir com o autor e outros leitores, sendo uma parte muito importante de alguns blogs.
Os blogs porporcionam o aumento da quantidade de informação, aumentando os meios de comunicação sendo, esta, muito bem exercitada por uma quantidade cada vez mais crescente de usuários na internet. O crescimento da blogsfera – espaço virtual dos blogs – comporta-se de maneira quase exponencial e não pára de crescer. Sengundo novos dados divulgados em abril de 2007 pela Technorati, há mais de 70 milhões de blogs, sendo que, a cada dia, 120 mil novos blogs são criados, conforme mostra o gráfico abaixo.
Ainda, segundo dados da Technorati, 1.5 milhões de informações são colocadas nos blogs diariamente, o que resulta numa taxa de mais 61 mil por hora. É impressionante! Entretanto, às vezes, ocorrem picos na quantidade de inserção de novas informações nos blogs quando algum fato como foi o caso da Tsunami que chocou as pessoas.

Érida Camila e Janaina Bezerra
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08 junho 2010

A Origem das Festas Juninas no Brasil e Suas Influências

“No mês de junho ocorrem as festas juninas, é São João. Nunca nos perguntamos de onde veio e quais as influências desse marco cultural de nossa região, que tem sua ocorrência datada desde o Egito Antigo.”
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Durante todo o mês de junho, nos deparamos com festas que homenageiam São João, Santo Antônio e São Pedro, em especial, São João, já que os festivos recebem o nome de “Festas Joaninas” – mais tarde modificada para Festas Juninas – destacando o mesmo entre os demais.
O nome ao qual recebem esse período teve origem, segundo alguns historiadores, nos países europeus que cultuavam o cristianismo, por volta do século IV, e chegou ao Brasil sofrendo a modificação para “Festas Juninas”, trazidas pelos portugueses colonizadores e, mais tarde, sendo incorporada aos costumes indígenas e negros.
Entretanto, elas são datadas desde o remoto Egito Antigo, através das manifestações culturais de agradecimento aos deuses da fertilidade e do sol, marcando o período das cheias do rio Nilo. Essas manifestações se expandiram com o domínio do Império Romano sob os egípcios chegando, principalmente, à Espanha e Portugal que, por sua vez, com a consolidação do cristianismo como religião oficial do Ocidente, modificou a festa para homenagear São João Batista, que foi quem batizou Jesus Cristo.
A influência brasileira na tradição da festa pode ser percebida na alimentação, quando introduzidos o aipim (mandioca), milho, jenipapo, o leite de coco; e nos costumes, como o forró, o boi-bumbá, a quadrilha e o tambor-de-crioula. Contudo, não são só os brasileiros que acrescem influências culturais nessa festa, pois os passos e marcações da quadrilha (inspirados na dança da nobreza européia) foram acrescidos pelos franceses, enquanto os fogos de artifícios, foram trazidos pelos chineses.
A fogueira, por sua vez, transcreve a principal idéia das comemorações juninas, sendo o símbolo das comemorações juninas porque tem seu suas raízes em um trato feito pelas primas Isabel e Maria onde, para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e ter auxílio após o parto, Isabel acendeu uma fogueira sobre o monte.

            No Nordeste do país, existe uma tradição que manda que os festeiros visitem em grupos todas as casas onde sejam bem-vindos levando alegria. Os donos das casas, em contrapartida, mantêm uma mesa farta de bebidas e comidas típicas para servir os grupos. Os festeiros acreditam que o costume é uma maneira de integrar as pessoas da cidade. Essa tradição tem sido substituída por uma grande festa que reúne toda a comunidade em volta dos palcos onde prevalecem os estilos tradicionais e mecânicos do forró como, por exemplo, o São João da cidade de Assú/RN, que reúnem toda a população da cidade e demais regiões do estado para comemorar o período com bandas de grande porte trazendo diversão a noite toda.
Por: Gleice Kelly e Leibson
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